As autoras das latrinas mais sem-vergonha de sempre estão , juntamente com
amigos, a idealizar um serão perfeitamente delicioso. Da gastronomia à perfomance, em tronos vão pisando até degostarem a sensibilidade alheia. Abriremos champanhe como quem faz o sexo gritar, esporrar-se e molhar-se, sujaremos os nossos corpos ao som das nuas gargalhadas. O que venho aqui pedir-vos é que mantenham a pinga no tampo.
sexta-feira, 11 de abril de 2014
terça-feira, 8 de abril de 2014
A um peido durante o coito
Cagou-se a mulher que eu mais amava
quando a paixão se estava a consumar,
Cupido largou setas e aljava,
recolheu-se ao Olimpo a praguejar.
Sobre o leito do Amor quis o destino,
vibrando um golpe baixo e imoral,
que mais pudesse o fétido intestino
que o vigoroso instinto sexual.
Fez-se o chouriço então em farinheira,
onde havia suspiros houve risada,
a cona se fechou muito fagueira,
o caralho murchou à gargalhada
e a seus males juntou mais um achaque -
a impotência que lhe deu um traque.
Fernando Correia Pina
sexta-feira, 4 de abril de 2014
quinta-feira, 3 de abril de 2014
terça-feira, 1 de abril de 2014
Abril e poesia traseira
Abril águas mil, rabo molhado pelo nabo falhado.
Rabo mole em pila dura, tanto bate que até que fura.
Mais vale uma picha na mão do que duas noutra mão.
isto sugere:
arte,
deusas,
engate,
fotografias,
publicidade,
pussies
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