Ela não quis partilhar as suas entranhas com o Mr. Toilet Man.
Mostrar mensagens com a etiqueta mear. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta mear. Mostrar todas as mensagens
terça-feira, 28 de outubro de 2014
quinta-feira, 25 de setembro de 2014
terça-feira, 29 de julho de 2014
sábado, 19 de abril de 2014
sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014
terça-feira, 4 de fevereiro de 2014
Estudasses!
Aqui ficam alguns links interessantes para quem sempre quis saber e nunca viveu num país tão avançado e liberal como o Canadá por exemplo, país em que nas suas aulas de Educação Sexual são fornecidas aos alunos informações e aulas "quase" práticas tão específicas como as imagens aqui em cima nos podem mostrar:
quarta-feira, 22 de janeiro de 2014
Belezas latrinais
Porque todo o momento deve ser belo.
Em todo o momento há poesia, há beleza escondida.
É como um filme, uma peça, um livro que conhecemos em determinado ponto da nossa vida e achamos que está a falar sobre nós, ou porque nos procuramos ou talvez porque temos uma mente tão impaciente que em vez de nos concentrarmos apenas no mundo exterior e do que ele nos tem para oferecer, nos perdemos nos nossos próprios pensamentos e avaliações.
E é em todos os momentos em que conseguimos ter dois minutos de silêncio e paz connosco próprios, que muitas vezes o queremos deixar de ter, pois já se tornou aborrecido com tanta tecnologia que se sobrepôs aos rótulos de shampoos e sabonetes líquidos que habitavam em nossos banheiros.
Foi num destes momentos que desafiei o curso natural das coisas, e encontrei o início da rota marítima das alforrecas portuguesas até ao centro do Tejo.
Elas estão dentro de nós.
E um mero pedaço de papel higiénico é quase como um cordão umbilical que nos separa delas e as deixa navegar nesse mundo, outrora de rosas.
sexta-feira, 17 de janeiro de 2014
quinta-feira, 19 de dezembro de 2013
Três das minhas coisas favoritas.
isto sugere:
cagar,
celebridades,
fotografias,
latrinas,
livros,
mear,
música,
sanitas
quinta-feira, 28 de novembro de 2013
segunda-feira, 11 de novembro de 2013
terça-feira, 5 de novembro de 2013
sexta-feira, 25 de outubro de 2013
Roterdão
"Dançar o kuduro" é uma expressão que muita gaja usa, para explicar como limpou o pipi quando não encontrou papel higiénico na casa-de-banho.
Aqui, nem à letra a expressão pode ser levada, pois o único kuduro que se ouve é o kuduro progressivo dos Buraka Som Sistema, quando o DJ resolve agradar às massas não residentes e deseja vê-las a bailar ao som de algo que finalmente conhece.
Na entrada não se paga, e só isso poderá justificar os péssimos serviços de sanitário que nos prestam.
Desde que abriu que frequentava esta casa e a única coisa que me agradava no sanitário feminino eram os azulejos com girassóis, pois eram iguais aos da casa-de-banho da casa onde vivi quase um quarto de século, o que me dá um maior à vontade para cagar como se estivesse em casa, não fosse - lá está - a ausência de papel higiénico.
Por último concluo esta crónica renal ao falecido bar Roterdão (pelo menos com a gerência que conhecíamos), para admitir aqui que sim, fui eu que escrevi na parede da casa-de-banho feminina, com grandes letras a batôm que diziam "papel higiénico s.f.f., não somos animais", na mesma noite em que fui expulsa por dançar demais.
R.I.P.
Rest in piss, Roterdão.
isto sugere:
alcoól,
beer,
cagar,
crónicas renais,
desenhos,
fotografias,
latrinas,
mear,
música
terça-feira, 8 de outubro de 2013
segunda-feira, 7 de outubro de 2013
terça-feira, 17 de setembro de 2013
Galeria de (cag)arte
Estas e outras obras de arte podem figurar na sua casa-de-banho. Siga este link e delicie-se.
(Atente nos "toothbrush holders".)
terça-feira, 10 de setembro de 2013
quinta-feira, 6 de junho de 2013
Indie Rock Cafe
É das poucas latrinas onde já fui em que mesmo a porta não tendo maçaneta (encontra-se assim, arrisco-me a dizer, há um bom par de anos), ninguém a abre sem se assegurar se está ou não a ser utilizada.
Até porque, pelo que observei nos anos todos de vida desta casa, as coisas mais incríveis se passam nos sanitários, pois só assim poderei explicar o ar apático das pessoas que lá entram e quando saem, saem voando em arco-íris de cores berrantes.
O som é sempre bom e o espaço entre a sanita e a porta permite-nos abanar o capacete à vontade sem batermos com a cornadura em lado algum.
São asseadas (eu própria já limpei de lá o vómito de uma amiga minha) e o melhor é que têm sempre, papel higiénico.
Estar a tocar a Ghost Rider dos Suicide aos altos berros ao mesmo tempo em que se caga, também torna todo o processo mais ameno e menos tímido.
isto sugere:
alcoól,
beer,
crónicas renais,
latrinas,
mear,
música,
publicidade
sexta-feira, 31 de maio de 2013
domingo, 26 de maio de 2013
Subscrever:
Mensagens (Atom)
















